Esperança e apreensão
1 de março de 1995
O Diário Popular publica texto no qual Guilherme Afif faz uma análise das emendas enviadas ao Congresso para a revisão constitucional. Segundo ele, há esperanças de reformas estruturais capazes de criar as bases para um desenvolvimento econômico sustentado, que ajude a resgatar, de uma vez por todas, a enorme dívida social.
Brasil Real e Brasil Legal
27 de fevereiro de 1995
Em artigo publicado pelo Jornal do Brasil, Guilherme Afif reivindica a complementação da legislação que determina o tratamento diferenciado às micro e pequenas empresas nos campos tributário, creditício, administrativo, previdenciário e jurídico. Esse complemento é na área trabalhista. A falta dessa regulamentação faz crescer a informalidade no país.
Salário mínimo e colapso da Previdência
17 de fevereiro de 1995
O aumento do salário mínimo acima do esperado pelo governo pode trazer sérios problemas ao governo federal para pagar os aposentados da Previdência Social. Hoje a situação previdenciária no país é bastante preocupante. Guilherme Afif alerta, nesse texto publicado pela Folha de São Paulo, sobre a necessidade de uma reforma completa e estrutural na forma de recolhimento e pagamento do sistema.
A semente da corrupção
28 de janeiro de 1995
Na cultura japonesa, gorjeta é uma espécie de suborno, pois a pessoa que realiza qualquer tipo de atividade recebe um salário suficientemente digno e justo para tratar a todos com atenção, cordialidade e eficiência. Os japoneses rejeitam a gorjeta, por entendê-la como uma tentativa de se obter um tratamento diferenciado. Para eles, a qualidade dos serviços é um dever profissional, que não pode ser corrompido pelo suborno. Já no Brasil… Guilherme Afif comenta o assunto no Jornal da Tarde.
Democracia política e desenvolvimento
17 de novembro de 1994
Guilherme Afif, no artigo publicado pelo O Estado de S.Paulo, lembra do importante papel desempenhado pelas micro, pequenas e médias empresas na vida política, econômica e social do país como fundamental para o desenvolvimento da economia de mercado e na democratização do poder político. Segundo Afif, ao promoverem a mobilidade social, elas representam um anteparo às pregações extremistas daqueles que defendem o monopólio político e econômico.