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O Nordeste e a plataforma liberal

16 de outubro de 1989

O candidato à presidência Guilherme Afif em artigo no jornal O Povo (CE), fala sobre suas propostas para o Nordeste. Com profundo conhecimento dos problemas nordestinos, Afif diz que irá trabalhar sem dar trégua aos que apenas se locupletam com as mazelas regionais. “Não há mais lugar para meras promessas na busca de melhores condições de vida para milhões de brasileiros radicados na Região”. E acena com a reformulação da Sudene, do Banco do Nordeste e do DNOCS”.

Governo liberal

17 de Maio de 1989

O deputado federal e candidato à Presidência da República revela, em artigo no Jornal Braziliense (DF), as suas propostas para governar o país. Para Guilherme Afif, em todos os setores o Brasil precisa de medidas governamentais urgentes para beneficiar a população. Já na área econômica, ele afirma que há muito o que desestatizar para desenvolver um modelo moderno e eficiente de colaboração com empresas privadas nacionais e internacionais, preparando o Brasil para o século 21.

Pelegos e pelegas

17 de Março de 1989

A representação da população brasileira não passa por membros de sindicatos de trabalhadores e nem de empresários. Esses que só querem tornar o povo massa de manobra para seus interesses políticos e de manutenção das mordomias pagas com recursos dos impostos sindicais. Guilherme Afif critica essa situação e afirma que o povo já cansou de mentiras. Publicado no jornal O Estado de S.Paulo, em 17 de março de 1989.

O colapso do marxismo

23 de Fevereiro de 1989

O Globo publica artigo de Guilherme Afif no qual critica a oposição de esquerda que se inspira nos governos comunistas como o de Cuba e os estatocráticos da Europa. Neste texto, Afif pede o fim da ineficiência no poder e exige o fortalecimento do liberalismo e a união dos Estados e a Nação para modernizar o país.

Não emita que eu não demito

21 de Janeiro de 1989

O “choque verão” ou, especificamente, as medidas provisórias adotadas pelo governo não são um fato consumado e irreversível. Isto porque as medidas provisórias devem ser apreciadas pelo Congresso, podendo ser aprovadas, rejeitadas ou, mesmo, modificadas pelos parlamentares. Estes devem agora assumir posição em relação ao programa de ajuste da economia brasileira, dividindo com o governo as responsabilidade de seu êxito ou fracasso. Leia artigo de Guilherme Afif na FSP.

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