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Modelo simplificado de impostos tem adesão recorde

2 de Fevereiro de 2015

O Jornal Nacional, da TV Globo, noticiou o balanço feito pelo ministro Guilherme Afif sobre o Simples. Conforme a reportagem, mais 142 atividades econômicas passaram a ser aceitas e a procura aumentou. Foram 502 mil novos pedidos de adesão. Mais que o dobro em relação a 2014. Com isso, o número de empresas dentro do Simples deve chegar a 10 milhões em fevereiro, segundo estimativa do ministro.

Parlamentares vão propor aumento do teto do Simples

21 de Janeiro de 2015

Segundo o jornal DCI, a Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa vai propor, em fevereiro, menor carga fiscal às pequenas empresas. O projeto aumenta em 400% o teto de receita anual das empresas para enquadramento no Simples, passando de R$ 3,6 milhões para R$ 14,4 milhões, e para R$ 28,8 milhões para exportadoras. Esse regime reduz a carga tributária em até 40%. O ministro Guilherme Afif prevê que a proposta deverá ser aprovada até junho.

Afif: Nova presidência não será empecilho ao Simples

20 de Janeiro de 2015

O ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif disse ao Broadcast Político, do jornal O Estado de S.Paulo, que a eleição que definirá o novo presidente da Câmara dos Deputados não deverá interferir na aprovação das novas tabelas do Simples Nacional. A proposta amplia o limite de faturamento para efeito de enquadramento da pequena empresa no regime tributário com tratamento diferenciado.

Empresários podem contratar pelo Pronatec Aprendiz

19 de Janeiro de 2015

O jornal Cruzeiro do Sul, de Sorocaba-SP, informou que a Prefeitura daquela cidade irá procurar o ministro Guilherme Afif para incluir o município no Programa Pronatec Aprendiz que possibilita a contratação de jovens de 15 a 24 anos para entrarem no mercado de trabalho.

Simples trará renúncia fiscal de R$ 3,9 bilhões

8 de Janeiro de 2015

O jornal O Estado de S.Paulo publica informação que o governo federal enviará ao Congresso algumas medidas para o crescimento das micro e pequenas empresas. Dentre as propostas estão algumas que provocarão perdas de até R$ 3,9 bilhões na arrecadação do governo. Segundo o ministro Guilherme Afif, o desempenho das empresas beneficiadas anulará a perda das receitas.

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