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Sebrae terá centro de economia criativa em prédio histórico de São Paulo

14-07-2017

São Paulo – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assinou nesta sexta-feira (14) decreto de cessão do Palácio dos Campos Elíseos ao Sebrae, onde funcionará o Centro Nacional de Referência e Empreendedorismo, Tecnologia e Economia Criativa. O projeto irá beneficiar cerca de 20 mil empreendedores e potenciais empresários por ano. “Estamos unindo o passado e suas tradições e lançando as bases para o futuro dentro do empreendedorismo”, destacou o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, na solenidade que reuniu a diretoria do Sebrae São Paulo e secretários do governo paulista.

“Hoje nós estamos fazendo uma parceria com o Sebrae, entregando o prédio totalmente restaurado e por decreto também estamos transferindo o local para que possamos ter um Centro Nacional de Empreendedorismo de Inovação e Tecnologia com startups, capacitações, coworking e também museu. Um grande ganho para São Paulo, o Palácio restaurado e com o conteúdo voltado aos jovens e à inovação”, destacou o governador, que comemorou a parceria com o Sebrae: “Esta é a 12ª parceria que firmamos com o Sebrae, o que muito me orgulha”.

Construído no século 19, o prédio chama atenção pela arquitetura. Foi restaurado e agora será um polo de encontro entre investidores e empreendedores desta nova economia criativa. O subsolo abrigará salas de startups e será ocupada por novos empreendedores que pensarão ações para empresas em fase inicial que buscam explorar inovações no mercado.  É o passado lançando suas bases para o futuro. “Hoje nós estamos frente a um grande desafio, principalmente com os jovens”, acredita Afif. “O que precisamos hoje é de parceria. Precisamos colocar muito jovem aqui. Até porque hoje quando o jovem quer um emprego ele cria um. E esse é o conceito deste centro: de criação de tecnologia, de desenvolvimento, de inovação do emprego, do auto-emprego e da multiplicação dos empregos”, destacou.

O superintendente do Sebrae em São Paulo, Bruno Caetano, lembra que a instituição foi responsável por uma parceria pioneira com o governo do estado. “O governo de São Paulo oferece financiamento aos pequenos empreendedores a juros zero. Hoje as cinco maiores empresas do mundo são da área de tecnologia e inovação. Essa é a área que mais cresce nos mundo dos negócios atualmente.”

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Governo quer usar ‘startup’ para levar crédito a microempresa

22-06-2017

Para destravar o acesso das micro e pequenas empresas às linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o governo estuda envolver o uso de “startups” financeiras – as chamadas “fintechs”. O presidente Michel Temer pediu pressa ao presidente do banco de fomento, Paulo Rabello de Castro, na indicação de caminhos para estimular e simplificar a trajetória dos pequenos empresários aos recursos da instituição disponíveis para o segmento – um volume estimado em R$ 7 bilhões.

Na próxima segunda-feira (26), o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif, reúne-se com Paulo Rabello em São Paulo para apresentar um plano de trabalho com medidas para desburocratizar e encorajar os pequenos investidores a reivindicar os recursos. Uma delas é um acordo entre o Sebrae e o BNDES para permitir o uso das fintechs no processo de pré-análise das micro e pequenas empresas, a fim de acelerar a qualificação dos potenciais tomadores dos empréstimos. Essa possibilidade de usar as fintechs ampliaria o leque de opções de oferta de recursos do BNDES às empresas de menor porte, que muitas vezes têm dificuldade de acessar esse dinheiro.

“Também vou querer a garantia dos juros do Joesley [Batista] para os pequenos”, disse Afif ao Valor. Em geral, o BNDES oferece juros da TJLP nas linhas de crédito às empresas. “É preciso romper essa cultura do BNDES de só emprestar no atacado para os grandes”, critica.

A proposta de Guilherme Afif de recorrer às fintechs para destravar o acesso ao crédito ainda será analisada pelo governo. Afif diz que as startups oferecem facilidades com operações mais rápidas e enxutas, quase sempre online. Um levantamento feito pelo Sebrae mostra que as fintechs ganham espaço no mercado financeiro: as instituições cadastradas no Banco Central saltaram de 54 em 2015 para 244 em 2017, sendo que 32% gerenciam pagamentos e 18% focam nos serviços de créditos. Em 2016, R$ 1 bilhão foi investido em startups.

O governo já estabeleceu que uma das ferramentas de combate à crise é a ampliação da oferta de crédito. Na segunda-feira, o presidente do BNDES confirmou que o banco procura mecanismos para “desobstruir o que está travado”. Também foi informado que negocia com o Banco do Brasil e outras instituições uma nova linha de financiamento voltada para os pequenos. A ideia é reforçar a parceria com o BB para finalmente fazer os recursos chegarem ao destino.

A realidade é que já existe uma linha de crédito para esse público com recursos do BNDES e do BB, no valor de R$ 8,2 bilhões. Os recursos foram anunciados pelo presidente Temer em janeiro deste ano, com o nome “Empreender Mais Simples”. No caso do BB, um levantamento do Sebrae mostrou que apenas R$ 30 mil (do total de R$ 1,2 bilhão), foram contratados. Para Afif, um dos entraves é o excesso de exigências a pequenos para os empréstimos. “Não é possível aplicar as regas da Basileia, de igual forma, aos grandes e aos pequenos”, critica Afif. O outro problema é o temor com a instabilidade política.

As micro e pequenas empresas respondem pelo maior número de vagas no mercado de trabalho. Em contrapartida, apenas 53% desse segmento têm acesso ao crédito. A ideia do governo de facilitar esse caminho implica, também, estimular novos investimentos tendo em vista a geração de empregos.

Dentro desse esforço por ampliar crédito para as empresas de menor porte, o BNDES FGI, um fundo garantidor de crédito, pode ter seu acesso facilitado, de forma a viabilizar um acesso mais amplo dessas empresas ao crédito, já que a falta de garantias tem sido um entrave à captação de recursos. Além disso, as empresas menores têm inadimplência mais elevada. Dados do Banco Central mostram que a taxa de calote das pequenas e médias empresas fechou 2016 em 6,66%, contra 5,43% em 2015. Já a das grandes empresas foi de 1,1%, antes 0,54% em 2015. O crescimento do crédito para as PME foi de 12,2% no ano passado, enquanto encolheu 8,5% para as grandes.

Apesar de buscar alavancar o crédito para esse setor, as medidas em preparação em sua maior parte são reembrulhos de programas e linhas já existentes, com algumas melhorias e um esforço para, de um lado, tentar criar demanda e, de outro, uma pauta para contrabalançar a agenda política altamente negativa para o governo desde a delação do empresário Joesley Batista contra Temer.

Fonte: Jornal Valor Econômico (Colaborou Eduardo Campos)

Pequenos negócios parcelaram mais de R$ 20 bilhões de dívidas tributárias

09-06-2017

Brasília – Mais de 342 mil empresas optantes pelo Simples Nacional regularizaram seus débitos tributários com a Receita Federal e parcelaram cerca ?de R$ 20 bilhões junto aos cofres da União. O resultado da parceria entre a Receita e o Sebrae, que culminou no Mutirão da Regularização, permitiu que as micro e pequenas empresas permanecessem no regime especial.

O balanço foi divulgado após reunião entre o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid?. A avaliação de ambos é que as ações conjuntas renderam excelentes resultados.

“A Receita Federal implantou sistema eletrônico para o parcelamento de débitos do Simples Nacional, permitindo facilidade aos micro e pequenos empresários no ato de negociação de suas dívidas”, destacou Jorge Rachid.

Rachid ressaltou ainda a importância de os optantes pelo Simples manterem regularidade no pagamento dos débitos correntes. “O Simples Nacional traz grandes benefícios aos micro e pequenos empresários e somente a regularidade tributária garante a manutenção dos benefícios deste regime simplificado de apuração e recolhimento de tributos”, lembrou.

A Lei complementar nº 155/2016 permitiu o parcelamento especial de 120 meses de dívidas tributárias existentes até maio de 2016 para empresas que faturam até R$ 3,6 milhões ao ano. Antes, a regularização poderia ocorrer apenas com o pagamento à vista ou com o parcelamento em até 60 meses.

Em setembro de 2016, a Receita emitiu intimações para 587 mil empresas comunicando sobre a necessidade de regularização de débitos no valor de R$ 21,3 bilhões. Após o Mutirão da Regularização, lançado em dezembro de 2016 e encerrado em março de 2017, 96% do total notificado foi regularizado pelos devedores.

“O pequeno empresário é bom pagador. Ele não gosta de ter débitos. Quando criamos mecanismos que facilitam e desoneram a vida dele, ele adere”, comenta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Afif diz que essa alta adesão é mais uma prova de que medidas que beneficiam as micro e pequenas empresas geram retorno para o Governo e, principalmente, para a economia, pois as empresas desse porte são responsáveis por mais de 27% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 54% da massa salarial.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Brasil e Argentina buscam simplificar o comércio bilateral entre pequenos negócios

29-05-2017

Brasília – “As nações não podem mais esperar as solução das crises políticas para seguir avançando. O mundo segue seu curso e a economia tem que buscar seu próprio caminho que, temos certeza, passa pelas pequenas e médias empresas”. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (29), em Buenos Aires, pelo presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, durante o Seminário Pymes Brasil-Argentina: Simplificación de Nuestro Comercio, realizado na Embaixada do Brasil na capital argentina e que reuniu empresários e especialistas dos dois países, além do ministro da Produção da Argentina, Francisco Cabrera. Entre os resultados do evento, que fez parte do projeto de implantação do Simples Internacional, foi elaborado um documento com sete recomendações aos governos dos dois países para descomplicar as operações.

Afif ressaltou que as pequenas e médias empresas são as primeiras a encontrar oportunidades em épocas difíceis e as que menos desempregam. “O que a gente tem que fazer neste momento é reduzir a ‘Cordilheira dos Andes’ de trâmites e burocracias e, principalmente, não atrapalhar”, completou. Ele destacou que hoje o desemprego nas grandes empresas tem origem estrutural, na aceleração da robotização do processo de produção industrial, e não conjuntural como muitos podem supor. “Os empregos tradicionais estão deixando de existir, o que contribui com a redução de vagas nas grandes empresas. Inversamente, isso não acontece nas pequenas, que continuam sendo geradoras de postos de trabalho, especialmente na área de Serviços”. Segundo o presidente Sebrae, nos últimos sete anos as micro e pequenas geraram 10 milhões de novas vagas, enquanto as grandes fecharam cerca de 1,5 milhão.

O ministro da Produção argentino, Francisco Cabrera, afirmou ter esperanças de que a crise política que afeta o Brasil não prejudique a retomada da economia.  Ele lembrou que o comércio entre os dois países caiu muito nos últimos anos e precisa ser recuperado com urgência. “Este encontro é uma oportunidade de estreitar o diálogo e aumentar a integração produtiva entre as pequenas empresas, a exemplo do que acontece com o setor automotivo”, declarou Cabrera, acrescentando que a principal preocupação da Argentina hoje é o emprego privado formal. “As pequenas e médias empresas são as que estão em melhores condições de gerar estas vagas e nossa missão é ajudá-las a seguir adiante”.

Durante o evento, empresários dos dois países debateram formas de simplificar as operações de comércio exterior, em especial os trâmites aduaneiros e a quantidade de exigências de certificados sanitários e fitossanitários. “Os empresários precisam fazer duas vezes os mesmos processos por falta de padronização de exigências entre os países, o que é um absurdo”, alertou o presidente da Câmara de Comércio Argentina Brasil, Jorge Zavaleta.

Operador Logístico

Entre as recomendações do documento elaborado pelo setor privado durante o seminário, está a figura do Operador Logístico, previsto pelo Simples Internacional, em dezembro passado, por instrução normativa da Receita Federal. “São empresas privadas, como a DHL e a UPS, já cadastradas, entre outras, que fariam todos os trâmites para o pequeno empresário. Este ficaria com um a única preocupação: fechar o negócio” destacou Afif, lembrando que hoje o emaranhado de burocracias é tão grande que a maioria das empresas desiste de vender a outros países. De acordo com pesquisa do Sebrae, sete entre 10 micro e pequenas empresas brasileiras que conseguem vender para fora do país não segue exportando nos anos seguintes.

O documento tem outras medidas, como facilitação aduaneira e integração de certificados sanitários e fitossanitários, melhorias em capacitação e, ainda, o desenvolvimento de uma legislação que permita aos pequenos e médios vender aos governos e a possibilidade de realizar toda a operação na moeda nacional de cada país, não sendo mais necessária a conversão, além, é claro, de uma velha conhecida: a facilitação dos trâmites aduaneiros.  “Não é possível que os empresários tenham que fazer as mesmas operações dos dois lados da fronteira”, comentou Zavaleta. Atualmente, nas fronteiras brasileiras com a Argentina, a média de tempo para a liberação de um caminhão é de 15 dias. Para o embaixador do Brasil na Argentina, Sergio Danese, há anos a agenda das pequenas e médias empresas “se arrasta” e está na hora dos governos responderem de forma mais eficaz.

Empresas conectadas

Durante o seminário, foi lançada a ferramenta Connect Americas na comunidade Brasil-Argentina. Criada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a rede social empresarial reúne micro e pequenas empresas para que busquem oportunidades de negócios entre si. Para o presidente do Sebrae, o futuro está na redes. “Se as pessoas se conhecem e até casam pela internet, porque não fazer negócios?”, indagou Afif. Para ele, esta seria uma maneira de encurtar caminhos, por exemplo, entre um empresário de Rosário e outro do Paraná.

A plataforma, que tem mais de 1,5 milhão de usuários em todo o mundo (sendo 150 mil de pequenas e médias, muitas das quais com vários usuários), ganhou um espaço específico para Brasil e Argentina, que está sendo usado como piloto. Até agora, são 260 empresas cadastradas dos dois países. “A ideia é que eles se conheçam,  integrem-se comercialmente e, quem sabe, no futuro, possam integrar-se também em suas plataformas de produção e tecnologia”, destacou Mariano Mayer, secretário de Empreendedores e Pymes do Ministério da Produção Argentina.

Em 2016, cerca de 25.550 empresas brasileiras exportaram. Dessas, 6.269 venderam para a Argentina, sendo que 14% (900) eram negócios de micro e pequeno porte, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Nesse mesmo ano, a corrente de comércio entre o Brasil e a Argentina atingiu US$ 22,5 bilhões, com exportações de US$ 13,4 bilhões e importações de produtos argentinos de US$ 9,1 bilhões.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Afif participa da posse da nova diretoria da Conaje

05-05-2017

Brasília – O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, participou na noite dessa quarta-feira (3) da posse da nova diretoria da Confederação Nacional de Jovens Empresários (Conaje). Guilherme Gonçalves e Ananda Carvalho, respectivamente, assumiram a presidência e a vice-presidência da entidade. Também estiveram presentes o consultor da presidência da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Roberto Nogueira, o presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), George Teixeira Pinheiro, e o secretário Especial da Micro e Pequena Empresa, José Ricardo da Veiga.

Afif destacou a importância dos jovens para a economia brasileira e ressaltou que para o futuro do empreendedorismo é preciso abrir as portas para a juventude. Ele também enfatizou que a nova geração tem uma forte cultura tecnológica, e que das universidades tem saído uma explosão de startups criadas por jovens com ímpeto empreendedor.

O presidente do Sebrae ainda alertou que, apesar das ideias e da vontade de empreender que os jovens têm, há uma carência de visão estratégica que é dada pelo cabelo branco. “No empreendedorismo, uma geração depende da outra. Os mais jovens precisam dos mais velhos e os mais velhos dos mais jovens. Esse é o momento para juntarmos esses dois públicos para eles se complementarem”.

O novo presidente da Conaje, Guilherme Gonçalves, destacou que a alta carga tributária e a necessidade dos jovens empreendedores se qualificarem são desafios que poderão ser combatidos com apoio do Sebrae, e que ele pode ser um grande aliado nessa jornada. “Atuar com parceiros facilita o trabalho, não só da Conaje, mas de todos os parceiros também. A Conaje sempre estará de portas abertas para firmar parcerias que atendam aos seus objetivos estratégicos”.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Terceirização irá ampliar mercado para os pequenos negócios

23-03-2017

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, comemorou a regulamentação da terceirização, aprovada na noite dessa quarta-feira (22) pela Câmara dos Deputados. Afif é defensor do modelo e acredita que a contratação de empresas terceirizadas é uma das saídas para a crise. “A terceirização é um fator de geração de emprego. É uma oportunidade para o surgimento de muitas atividades para novos empreendedores que hoje são trabalhadores. O operário vira empresário”. 

De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, 41% dos donos de pequenos negócios acreditam que poderão aumentar o faturamento com o fornecimento de serviços terceirizados. “A terceirização irá permitir que as empresas participem de cadeias produtivas como prestadoras de serviços especializados ou tenham contratos de trabalho que sejam adequados às modernas relações que a CLT não contempla e traz insegurança jurídica”, pontua Afif.

A pesquisa do Sebrae também apontou que apesar da terceirização ser uma possibilidade para aumentar o faturamento das empresas, menos da metade dos empreendedores pensam em terceirizar a sua própria mão de obra. O levantamento constatou que duas em cada três micro e pequenas empresas com empregados não têm interesse em terceirizar parte das suas atividades-fim. “Esse resultado reforça mais ainda a minha tese: a regulamentação da terceirização não deve ser confundida com a precarização da força de trabalho. Precarização é a falta de trabalho”, conclui o presidente do Sebrae. 

Entre os pequenos negócios que veem oportunidades em oferecer serviços para as médias e grandes empresas estão os de reparação de veículos e de equipamentos, de promoção de eventos, os de serviços de transporte e hospedagem e os ligados à construção civil. As atividades ligadas à educação também são vistas como promissoras para oferecer serviços terceirizados.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Sebrae e Prefeitura de São Paulo assinam acordo para implementar Empreenda Fácil

07-03-2017

São Paulo – O Sebrae e a Prefeitura de São Paulo assinaram hoje (6) um memorando de entendimentos para promover e apoiar a implementação do Empreenda Fácil na capital paulista. O programa trará uma mudança significativa de tempo na abertura de empresas em São Paulo. A redução será de 101 para sete dias, em uma primeira fase, e posteriormente para dois dias.

“A redução no tempo de abertura de empresas na capital paulista é importante para melhorar o índice de competitividade de todo o país, já que o ranking Doing  Business, do Banco Mundial, é feito com base na cidade de São Paulo”, ressaltou o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Atualmente, o país ocupa o 123º lugar no Doing Business.

Afif destacou os investimentos que o Sebrae vem realizando sobre a simplificação de sistemas, junto à Receita, e que permitem a implantação de programas como o que está ocorrendo em São Paulo. De acordo com ele, o Sebrae está investindo R$ 200 milhões nessa modernização. Ele também lembrou a importância de todas as esferas de governo envolvidas – União, Estado e Município – de trabalharem de forma integrada para implementar o programa. Um dos elementos facilitadores em São Paulo será que a fiscalização nas empresas consideradas de baixo risco – que representam 90% do total – será feita posteriormente e não antes da abertura das empresas, o que trará agilidade ao processo.

“Nós queremos transformar a cidade em amiga do empreendedor, tornando-a mais competitiva para o ambiente de negócios”, disse o prefeito de São Paulo, João Dória, lembrando também o potencial de geração de empregos por conta da simplificação. “O Empreender Fácil  representa a esperança para os 2,2 milhões de desempregados na cidade de São Paulo”, reforçou. De acordo com ele, em até 60 dias o Empreender Fácil já estará implementado na capital paulista.

O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, também destacou a importância da simplificação da abertura de empresas na maior cidade do país. Ele ressaltou os investimentos que a Receita tem realizado em novos sistemas que contribuem para melhorar o ambiente de negócios no Brasil, além da colaboração com estados e municípios.

Os governos Federal e do Estado de São Paulo também assinaram o documento, em cerimônia realizada na sede da Prefeitura. O memorando contempla ainda: atuar na formação e capacitação empresarial das micro e pequenas empresas; promover acesso a mercados e serviços financeiros; implementar a Rede Simples; cooperar na formulação e implementação de políticas públicas municipais de simplificação para o registro e licenciamento empresarial; promover o estímulo à inovação e à cultura empreendedora; promover e apoiar a difusão do Programa Super Mei; e estimular as compras públicas de MEI, micro e pequenas empresas.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Sebrae vai auxiliar elaboração da Reforma Tributária

21-02-2017

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, participou na manhã desta terça-feira (21) de uma reunião, no Palácio do Planalto, do grupo de trabalho que vai discutir a proposta da Reforma Tributária, em elaboração pelo deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) – atual relator da Comissão Especial da Reforma Tributária na Câmara dos Deputados. O assessor especial da Presidência da República, Gastão Toledo, escalado para comandar a reforma, disse que há expectativa de aprovar as mudanças tributárias até o final do ano.

Fazem parte do grupo de trabalho representantes dos ministérios da Fazenda e do Planejamento, da Receita Federal e do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Uma prévia do texto deve ser apresentada nesta quarta-feira (22), na Comissão Especial que analisa o assunto na Câmara dos Deputados.

Afif confirmou a ajuda do Sebrae para auxiliar na elaboração de um projeto de lei que simplifique a complexa tributação brasileira. Para tanto, será firmado um convênio com a Câmara dos Deputados para viabilizar a realização de estudos sobre o tema. “Estamos cumprindo a nossa parte de simplificar as questões tributárias, a exemplo do Simples Nacional, para estimular o crescimento das empresas e gerar mais emprego e renda”, afirma o presidente.

No final do ano passado, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (PMDB-RJ), solicitou a Afif apoio da instituição na construção do texto dessa reforma. A ideia é que o Sebrae utilize a experiência adquirida nos processos de simplificação e desburocratização de impostos para subsidiar os parlamentares no planejamento de propostas que irão mudar o sistema tributário brasileiro.

O presidente do Sebrae destaca que essa não é a primeira vez que a instituição auxiliará o Parlamento na elaboração de leis. “Atuamos ativamente na criação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e nas suas atualizações. Sempre estamos presentes na elaboração de normas que envolvam os pequenos negócios”.

O deputado Hauly acredita que dessa vez a Reforma Tributária irá avançar no Congresso. De acordo com o parlamentar, quando o regime de recolhimento nacional for simplificado, o Brasil voltará a crescer. “O sistema tributário brasileiro mata as empresas, mata o emprego, mata a concorrência. Precisamos implantar um sistema enxuto, simples, de cobrança eletrônica. Na hora que simplificarmos, vamos tirar o Brasil do atraso”, afirma.

A próxima reunião do grupo de trabalho deve ocorrer em 14 de março.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Presidente do Sebrae defende diminuição de burocracias para dar fôlego à economia

07-02-2017

Além das ações macroeconômicas, o Governo tem focado na melhoria do ambiente de negócios, na redução de custos das empresas e está nos planos a simplificação da forma como estas fazem os acertos das dívidas tributárias.

Em entrevista a Denise Campos de Toledo, o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, destacou que a instituição investiu R$ 200 milhões para o desenvolvimento do sistema que é anunciada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

“Facilitar o pagamento dos tributos, diminuir a burocracia, é isso que temos que fazer enquanto a economia não toma fôlego”, disse.
Segundo ele, a parte da legislação sobre o sistema já foi ultrapassada e agora há apenas a questão da adesão por parte da adesão dos Estados e municípios. “No decorrer de 2017 e 2018 já teremos resultados sendo sentidos”, avaliou.

Sobre as condições complicadas por parte das empresas que seguem endividadas por causa da crise, Afif ressaltou a realização do mutirão de renegociação de dívidas tributárias. “Houve uma forte adesão de empresas endividadas, mas resta o problema do capital de giro. Em março teremos o programa de crédito orientado com recursos na ordem de R$ 1,2 bilhão do Banco do Brasil”, disse.

A partir de março, portanto, as empresas interessadas devem procurar o Banco do Brasil ou o Sebrae. “O programa terá orientador, consultor especializado no atendimento de pequenas empresas para ajudarem a apresentar o projeto. Primeiro tem que olhar a gestão da empresa, e aí, na hora do dinheiro, você tem um projeto que a ajude no futuro”, explicou.

Ouça o áudio da entrevista:

Fonte: Jovem Pan – Jornal da Manhã

Emissores gratuitos de nota paulista continuam disponíveis

04-01-2017

A Secretaria de Fazenda de São Paulo continuará fornecendo os aplicativos gratuitos que emitem a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) até julho deste ano. Uma parceria entre o órgão e o Sebrae permitiu que a decisão de interromper o fornecimento do programa, no dia 1º de 2017, fosse suspensa. A partir do meio do ano, o Sebrae será o responsável pela disponibilização e atualização do aplicativo.

Quando a Secretaria de Fazenda divulgou que o fornecimento dos aplicativos seria suspenso, em setembro do ano  passado, o Sebrae encaminhou uma carta para o então secretário Hélcio Tokeshi se colocando à disposição para reverter a decisão. De acordo com o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, o fim dos aplicativos gratuitos iria prejudicar as micro e pequenas empresas.

Afif destacou que muitos donos de pequenos negócios não têm recursos para contratar ou manter um emissor de notas. “Não podemos onerar ainda mais os empreendedores em uma época em que precisamos estimular a economia. Aumentar as despesas pode ser o estopim para o encerramento de uma empresa.” 

Desde 2006, quando teve início o processo de informatização dos documentos fiscais, a Secretaria de Fazenda de São Paulo oferece gratuitamente o software Emissor NF-e, que permite a geração da Nota Fiscal eletrônica e a sua transmissão para a Secretaria. Também é possível fazer o gerenciamento e o cancelamento das notas e imprimir o Documento Auxiliar da Nota Fiscal eletrônica (DANF-e) para a circulação das mercadorias.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias