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Sete em cada dez empregos criados em julho estavam nos pequenos negócios

29-08-2018

Os dados do Caged (Cadastro Geral Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho), divulgados pelo IBGE, confirmam a força dos pequenos negócios na geração de empregos em 2018. Pelo sétimo mês consecutivo, as micro pequenas empresas foram as principais responsáveis pela criação de postos de trabalho no país. No mês de julho, o saldo de empregos registrado pelas micro e pequenas empresas representou 72% do total de empregos gerados em todo o Brasil. Isto significa que de cada 10 novas vagas formalizadas no mês passado, sete estavam nos pequenos negócios. Enquanto as pequenas empresas tiveram saldos positivos de emprego em todos os meses de 2018, as médias e grandes só registraram saldos positivos em março, abril, maio e julho.

Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, é inquestionável o papel estratégico que os pequenos negócios desempenham na economia brasileira para a promoção do emprego, geração de renda e redução das desigualdades sociais. “Se tomarmos alguns públicos específicos, como os jovens que buscam o primeiro emprego ou as pessoas que estão procurando recolocação no mercado, os pequenos negócios têm uma importância ainda mais crucial”, comenta Afif.

DADOS GERAIS

  • Em julho/2018, os pequenos negócios registraram saldo positivo de 33,9 mil empregos formais celetistas, enquanto as médias e grandes empresas geraram quase 15 mil empregos.
  • No acumulado, de janeiro a julho de 2018, os pequenos negócios já respondem pela criação de 395,3 mil postos de trabalho, 27% acima do saldo registrado por eles no mesmo período do ano passado e quase 10 vezes maior que o saldo computado pelas médias e grandes empresas (40,7 mil empregos).
  • Os pequenos negócios do setor de Serviços puxaram a geração de empregos em julho/2018, tendo criado 15,8 mil postos de trabalho, sendo que esse saldo foi impulsionado pelas micro e pequenas empresas que atuam no ramo imobiliário (13,6 mil empregos). A Construção Civil foi o segundo setor que mais contribuiu com a geração de empregos no sétimo mês deste ano, criando 10,8 mil vagas. O único setor em que os pequenos negócios apresentaram saldo negativo de emprego foi o Comércio (-743 empregos).
  • No acumulado de 2018 até julho, têm se destacado, na geração de empregos, os pequenos negócios do setor de Serviços, com geração de 237,5 mil postos de trabalho. Em segundo lugar estão os pequenos negócios do setor de Agropecuária (83,9 mil empregos). Em seguida, posicionam-se as micro e pequenas empresas da Construção Civil, responsáveis pela criação de 66,2 mil postos de trabalho.
  • Os pequenos negócios do Comércio ainda não conseguiram se recuperar da crise econômica vivenciada nos últimos anos, registrando extinção de 48,7 mil vagas, de janeiro a julho deste ano.
  • O saldo de empregos acumulado pelos pequenos negócios em 2018 até julho, de 395 mil empregos, já supera em 14,5% o saldo acumulado por eles em todo o ano de 2017.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Pequenos negócios abriram 47,4 mil vagas em março, diz Sebrae

25-04-2018

Brasília – Pelo terceiro mês consecutivo, os pequenos negócios lideraram a geração de empregos no país. Foram 47,4 mil novas vagas com carteira assinada, totalizando quase 200 mil postos de trabalho somente no primeiro trimestre de 2018, um aumento de 127% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com o Sebrae.

Segundo o Sebrae, ao contrário dos outros meses, as médias e grandes empresas também apresentaram, pela primeira vez este ano, um saldo positivo em março, com a criação de cinco mil vagas, mas ainda assim acumulam números negativos.

Os dados são de pesquisa do Sebrae com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, disse que não é novidade que o emprego do País passa pela micro e pequena empresa. Segundo ele, a melhora é favorecida pelo Refis (parcelamento de débitos tributários).

Somando todos os saldos com os da Administração Pública, o total de empregos formais celetistas gerados em março foi de 56,1 mil. O setor de Serviços, mais uma vez, foi o que gerou mais emprego nos pequenos negócios.

Foram 34,3 mil postos de trabalho, destacando as empresas que atuam na área de Ensino, que abriram mais de 12,2 mil vagas, seguidas pelas do ramo imobiliário, que empregaram 11,6 mil pessoas.

A pesquisa mostra ainda um saldo positivo nos pequenos negócios ligados à Indústria de Transformação, com a geração de 8,3 mil vagas e na Construção Civil, com quase seis mil empregos.

Os pequenos negócios do setor Extrativista Mineral, que em fevereiro demitiram 257 trabalhadores, geraram em março 347 postos de trabalho.

Na Agropecuária, o números de vagas também subiu para 2,3 mil. Os saldos negativos foram registrados no Comércio (-3,6 mil), que foi menos negativo, se comparando ao do mês de fevereiro, quando foram demitidas 15,5 mil pessoas no setor.

Em 2017, os pequenos negócios geraram 338 mil postos de trabalho e a tendência de crescimento de emprego, com carteira assinada, no setor vem se confirmando.

Conforme os dados do Caged, só neste primeiro trimestre, as micro e pequenas empresas geraram 196 mil novas vagas, quase 60% de todos os empregos criados por elas no ano passado.

Fonte: Estadão Conteúdo

Pequenos negócios geram mais de 56 mil vagas em fevereiro

27-03-2018

Pelo segundo mês consecutivo no ano, os pequenos negócios lideraram a geração de empregos no país, com a geração de 56,1 mil novas vagas formais. Desde de janeiro, as micro e pequenas empresas já respondem pela criação de 142,9 mil postos de trabalho. No mesmo período, as médias e grandes corporações acumulam a extinção de 8,9 mil empregos. Os dados constam em pesquisa do Sebrae com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, as micro e pequenas empresas representam a força dos empregos. “O pequeno empresário representa o Brasil real, o Brasil que continua gerando emprego e renda, que precisam negociar suas dívidas para continuarem apostando na retomada da economia”, defendeu Afif.

Somando-se todos os saldos com os da Administração Pública, fora! m 61.188 novos empregos gerados no Brasil no segundo mês de 2018. O setor de Serviços foi o que apresentou melhores números, abriu mais de 46 mil vagas, puxado pelos pequenos negócios ligados às atividades de Ensino, com mais de 24 mil trabalhadores, e pelas empresas do ramo imobiliário (+10,9 mil vagas).

O levantamento também mostra um relevante aumento dos pequenos negócios na área da Indústria de Transformação, com a geração de 14,7 mil empregos. O volume de postos ocupados no setor foi impulsionado pelas empresas de fabricação de calçados, que totalizaram um aumento de 4,3 mil empregos em fevereiro, seguido pela indústria de produtos alimentícios e de bebidas, que somaram 4 mil novas vagas.

Em 2017, os pequenos negócios geraram 330 mil novas vagas e a tendência é que o volume de empregos com carteira assinada continue a crescer este ano. Em fevereiro de 2018, foram observados saldos negativos, por parte dos pequenos negócios,! em apenas dois setores: no Comércio, que teve uma diminuição de 15,5 mil vagas, e na Extrativa Mineral, que extinguiu 257 postos de trabalho.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

MPE registra saldo positivo na geração de emprego em 2017

29-01-2018

Depois de dois anos com saldos negativos, os pequenos negócios voltam a reagir com saldo positivo na geração de empregos em 2017. Os pequenos negócios acumularam um saldo de aproximadamente 330 mil novos empregos, nos últimos 12 meses, na contramão das médias e grandes empresas, que foram responsáveis pela extinção líquida de 350 mil postos de trabalho neste mesmo período. “Os números mostram que há uma sinalização real em reverter de vez os saldos negativos de 2015 e 2016. Isso demonstra a força e importância das micro e pequenas empresas na geração de empregos do país”, explica o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

O acumulado do ano aponta ainda que praticamente todos os setores obtiveram resultado positivo, com destaque para as MPE do setor de Serviços, com um saldo de 206,4 mil postos de trabalho formais gerados, seguidas das do Comércio, com 90 mil novos empregos. Os dados são do levantamento feito pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Apenas os setores da Construção Civil e da Extração Mineral registraram saldos negativos de 6,4 mil e de 2,1 mil, respectivamente.

Ao longo do ano, com exceção dos meses de março e dezembro, as micro e pequenas empresas apresentaram número de contratação superior ao de demissões. “E apesar das médias e grandes empresas terem fechado 2017 com saldo negativo, há uma sinalização de que haverá recuperação geral na geração de empregos, o que também é bom para as micro e pequenas”, destaca Afif. Em função da sazonalidade, as empresas, de um modo geral, apresentam saldos negativos de empregos todos os anos no mês de dezembro, que em 2017 foram puxados pela Indústria e pelo setor de Serviços. No último mês do ano passado, os pequenos negócios registraram o saldo negativo de 164 mil empregos, enquanto as médias e grandes empresas computaram também saldo negativo de 147 mil empregos.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Pequenos negócios seguram emprego com carteira assinada

11-01-2018

A crise que abateu a indústria e fechou postos de trabalho em todo o país, em 2017, não abalou a geração de empregos nas micro e pequenas empresas brasileiras. Em novembro, pelo oitavo mês consecutivo, os pequenos negócios apresentaram saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada. Na contramão das médias e grandes empresas, que demitiram 22,1 mil trabalhadores, os empreendimentos de micro e pequeno porte abriram 12,2 mil postos de trabalho formal. Os dados são do levantamento feito mensalmente pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Ao longo do ano, com exceção do mês de março, as micro e pequenas empresas apresentaram número de contratação superior ao de demissões. Enquanto os pequenos negócios acumularam no ano (de janeiro a novembro) um saldo positivo de 486 mil novos empregos, as médias e grandes empresas apresentaram um saldo negativo de 202mil postos de trabalho.

“A micro e pequena empresa é a grande geradora de emprego do país. Na crise, esses empresários inovam, enxugam custos e até negociam dívidas, mas não deixam de apostar na retomada da economia, de contratar mão-de-obra”, analisa o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

No mês de novembro, o Comércio repetiu a maior geração de vagas nas micro e pequenas empresas, com a criação de 50 mil novos postos. Em seguida, apareceram os pequenos negócios do setor de Serviços, com 135 empregos com carteira assinada. A indústria de transformação reuniu a maior quantidade de demissões, com o fechamento de 19,5 mil vagas nas médias e grandes empresas e 9,5 mil desligamentos nos pequenos negócios.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Pequenos Negócios geraram 463 mil empregos no ano

23-11-2017

Responsáveis pelo saldo positivo de empregos gerados no Brasil este ano, as micro e pequenas empresas fecharam outubro alavancando vagas pelo sétimo mês consecutivo. De acordo com levantamento feito mensalmente pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego , os pequenos negócios abriram 60,5 mil postos de trabalho formal no mês passado, respondendo por quase 80% dos empregos criados no país nesse mês.

Ao longo do ano, com exceção do mês de março, o segmento apresentou número de contratação superior ao de demissões. Enquanto as empresas de micro e pequeno porte acumulam saldo positivo de 463 mil novos empregos, as médias e grandes fecharam ao todo 178,8 mil postos de trabalho.

“São os pequenos negócios que puxam a retomada do mercado de trabalho. Eles blindam o desemprego, mesmo na crise, porque aproveitam as oportunidades”, comenta o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Em outubro, o Comércio reuniu a maior quantidade das vagas geradas nas micro e pequenas empresas, com a criação de 30,1 mil novos postos. Em seguida, estão os pequenos negócios do setor de Serviços, com 19,6 mil empregos, principalmente nas atividades imobiliárias (9,1 mil vagas) e nos Serviços de alojamento e alimentação (5 mil postos).

No acumulado do ano até outubro, a geração de empregos nas empresas de micro e pequeno porte foi destaque no setor de Serviços, que contratou quatro vezes mais que os pequenos negócios da Indústria de Transformação.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Pequenos negócios geram 389 mil empregos no ano

24-10-2017

Brasília – As micro e pequenas empresas se mantêm como as principais responsáveis pelo saldo positivo de empregos no Brasil, em 2017. De acordo com levantamento feito mensalmente pelo Sebrae, com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), fornecido pelo Ministério do Trabalho, desde o início do ano, elas apresentaram número de contratações superior ao de demissões, exceto no mês de março. Entre janeiro e setembro, os pequenos negócios criaram 389 mil novos postos de trabalho, enquanto que as médias e grandes apresentaram saldo negativo de 200 mil.

“Os pequenos negócios são os grandes responsáveis pela redução do desemprego no país. Eles são fundamentais para impulsionar a retomada da economia”, enfatiza a diretora-presidente em exercício do Sebrae, Heloisa Menezes. Ela ainda destaca que, de janeiro a setembro, esse segmento apresentou saldo positivo e apenas no mês de março houve saldo negativo. Já as empresas de maior porte tiveram um número de contratações maior do que de demissões, somente em abril e maio.

No mês de setembro, os pequenos negócios registraram criação líquida de 51,2 mil empregos, enquanto as médias e grandes empresas extinguiram 16,1 mil postos de trabalho. No total, considerando o saldo de empregos das empresas ligadas à administração pública, foram gerados no Brasil, em setembro, 34,4 mil vagas.

Tanto no acumulado do ano, como no mês de setembro, as micro e pequenas empresas do setor de Serviços foram as que mais contrataram, com 234,3 mil novos postos, de janeiro a setembro, ou seja, 60% do total. No mês passado, esse setor empregou cerca de 25 mil trabalhadores, sendo que mais de 10 mil correspondem a pequenos negócios que atuam no ramo imobiliário e outros 5,6 mil, nos segmentos de hospedagem e alimentação.

Em setembro, sobressaíram-se também as micro e pequenas empresas que atuam no Comércio, com geração de 15,2 mil vagas, e as da Indústria de Transformação, com 12,3 mil novas ocupações. O único setor em que os pequenos negócios mais demitiram do que contrataram foi o Agropecuário, que apresentou um saldo negativo de 8,1 mil empregos.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias