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Marolinha ou vagalhão?

26 de março de 2009

Em artigo na Folha de S.Paulo, Guilherme Afif explica o confronto entre a dinâmica dos PIBs paulista e brasileiro. Para ele, diferentemente dos outros Estados, São Paulo tem características próprias que fazem com que, em momentos de crise, a economia paulista se retraia com mais intensidade do que a brasileira; e que, em momentos de auge, ocorra o inverso. Leia mais.

Benefício para os trabalhadores

Março de 2009

Na revista Parlamento Paulista, o secretário Guilherme Afif analisa as ações para o combate ao desemprego e pela formalização. Ele destaca o Piso Regional e seus reflexo na economia. Segundo Afif, não houve prejuízo em aumentar o salário mínimo. A legislação que instituiu o Piso Salarial Regional em São Paulo é extremamente relevante para promover a inclusão social e assegurar uma remuneração que possa beneficiar o trabalhador sem inviabilizar o empregador.

Desatando o nó

10 de março de 2009

O Diário do Comércio publica texto de Guilherme Afif sobre a instituição do MEI (Microempreendedor Individual) no país como projeto para o crescimento da formalização de milhões de empreendedores. Essa proposta, segundo Afif, surgiu há cinco anos na Associação Comercial de São Paulo visando a desburocratização em benefício dos micro e pequenos empresários brasileiros.

“Jornalismo” à la Goebbels

22 de dezembro de 2008

O artigo publicado pela Folha de S.Paulo é uma resposta ao artigo de Ricardo Melo, com o título “AI-5 trabalhista” sobre a proposta de utilização da suspensão temporária do contrato de trabalho. Segundo Afif e Zylberstajn, o objetivo é “dar um tempo” antes de consumar o desligamento dos trabalhadores, enquanto aguarda a retomada das atividades. Ao final do período de suspensão do contrato, a empresa poderia reativar o contrato ou poderia consumar a demissão, pagando todos os direitos aos demitidos.

MEI – pela formalização de um país

21 de outubro de 2008

Em artigo publicado na Folha de S.Paulo, o secretário Guilherme Afif destaca a sua luta na criação do MEI (Microempreendedor Individual), uma pessoa jurídica com características de pessoa física, ou seja, o trabalhador autônomo. Com a medida, o MEI terá um registro mais simplificado, não precisará fazer contabilidade nem emitir nota fiscal de venda para pessoas físicas.

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