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Microempreendedor Individual: uma revolução silenciosa

Julho de 2009

Em artigo publicado pela Aliança Empresarial, Guilherme Afif fala da importância da formalização de profissionais que, saindo da obscuridade, serão reconhecidos como cidadãos que têm direitos e pagam os seus impostos conforme a lei.

Marolinha ou vagalhão?

26 de março de 2009

Em artigo na Folha de S.Paulo, Guilherme Afif explica o confronto entre a dinâmica dos PIBs paulista e brasileiro. Para ele, diferentemente dos outros Estados, São Paulo tem características próprias que fazem com que, em momentos de crise, a economia paulista se retraia com mais intensidade do que a brasileira; e que, em momentos de auge, ocorra o inverso. Leia mais.

Benefício para os trabalhadores

Março de 2009

Na revista Parlamento Paulista, o secretário Guilherme Afif analisa as ações para o combate ao desemprego e pela formalização. Ele destaca o Piso Regional e seus reflexo na economia. Segundo Afif, não houve prejuízo em aumentar o salário mínimo. A legislação que instituiu o Piso Salarial Regional em São Paulo é extremamente relevante para promover a inclusão social e assegurar uma remuneração que possa beneficiar o trabalhador sem inviabilizar o empregador.

Desatando o nó

10 de março de 2009

O Diário do Comércio publica texto de Guilherme Afif sobre a instituição do MEI (Microempreendedor Individual) no país como projeto para o crescimento da formalização de milhões de empreendedores. Essa proposta, segundo Afif, surgiu há cinco anos na Associação Comercial de São Paulo visando a desburocratização em benefício dos micro e pequenos empresários brasileiros.

“Jornalismo” à la Goebbels

22 de dezembro de 2008

O artigo publicado pela Folha de S.Paulo é uma resposta ao artigo de Ricardo Melo, com o título “AI-5 trabalhista” sobre a proposta de utilização da suspensão temporária do contrato de trabalho. Segundo Afif e Zylberstajn, o objetivo é “dar um tempo” antes de consumar o desligamento dos trabalhadores, enquanto aguarda a retomada das atividades. Ao final do período de suspensão do contrato, a empresa poderia reativar o contrato ou poderia consumar a demissão, pagando todos os direitos aos demitidos.

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