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A opção pela pobreza

14 de maio de 1988

Guilherme Afif critica os deputados e senadores que ampliaram o nacionalismo e o cartorialismo no capítulo da Ordem Econômica. No artigo publicado na Folha de S. Paulo, Afif diz que as aprovações de propostas provocam a combinação mais perversa para a classe trabalhadora e para a população brasileira em geral, que é a de encarecer o custo da mão-de-obra e inibir os investimentos e, consequentemente, o crescimento e a geração de empregos.

Momento de decisão

20 de abril de 1988

A Assembleia Nacional Constituinte prepara-se para votar o capítulo da Ordem Econômica que deverá definir se o Brasil será um país estatizado, cartorial, xenófobo e ineficiente ou caminhará para uma economia de mercado, aberta ao capital e à tecnologia externa, competitiva e eficiente com liberdade para as atividades econômicas, de forma a estimular investimentos, nacionais e estrangeiros. Leia artigo de Guilherme Afif sobre o assunto na Folha de S.Paulo.

Os amigos do povo

5 de fevereiro de 1988

Neste artigo publicado pelo jornal O Dia (RJ), Guilherme Afif critica os políticos demagogos que prometem tudo em benefício da população e depois das eleições não cumprem nada do prometido. “Dizem-se socialistas e trabalhistas. Dizem-se ‘amigos do povo’ e defensores da moralidade. Mas a realidade é outra, bem mais real e mais cruel. Política tem que ser uma coisa séria. Os políticos não precisam ser santos, mas terão que ser dignos”

O triângulo de ferro

1 de novembro de 1987

Neste texto, publicado pelo O Estado de S.Paulo, o deputado Guilherme Afif analisa a nova Constituição sob o ponto de vista de quem deseja mais desenvolvimento econômico para o país. “Partindo do nada, produziu-se um texto que, na verdade, marcou as características da constituição: clientelística e corporativa e, dentro da visão corporativista, levaram vantagens a maior corporação do Brasil que é o Estado, e os interesses da nova classe brasileira, a estatocracia.

Dívida externa, investimento e ideologia

1 de agosto de 1987

O deputado Guilherme Afif diz, em artigo na Folha de S.Paulo, que é necessário que o tema “conversão da dívida” seja discutido com racionalidade, a partir de uma análise das vantagens e dos problemas envolvidos, para se chegar a uma regulamentação que seja atrativa ao investidor estrangeiro e conveniente ao Brasil, o que não vem ocorrendo no Congresso.

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