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Os liberais e os seus deveres

15 de setembro de 1988

Tratando da eleição presidencial de 1989, Guilherme Afif alerta sobre “aqueles que querem atribuir a Brizola o título de reformador do País”. Para Afif, os liberais do país devem votar para rever o conceito pernicioso do velho Estado fascista, opressor e perdulário. “O debate atual é entre o antigo e o moderno. Entre a estagnação e o avanço”. Os liberais brasileiros têm de reivindicar menos Estado, menos espoliação e mais respeito aos direitos da cidadania, tributada impiedosamente pela máquina estatal. No Jornal da Manhã (SP)

O pioneirismo de Juscelino

15 de setembro de 1988

Neste artigo publicado em O Estado de S.Paulo, o deputado federal Guilherme Afif lembra a passagem de aniversário de Juscelino Kubitschek e cita que é preciso recuperar a memória do povo brasileiro para as conquistas nacionais obtidas durante o governo deste que foi o mais paulista dos presidentes da República, um liberal dentro das melhores tradições da livre iniciativa, que fez a Nação avançar muitos passos rumo à modernidade pela qual ainda lutamos.

A lição de JK

14 de setembro de 1988

Nas comemorações de aniversário de Juscelino Kubitschek, Guilherme Afif destaca, em texto no Jornal de Brasília, as qualidades de administrador e de político do ex-presidente. “A obra de JK não precisa da nossa defesa. Quem não o admira ainda mais pelas qualidades de administrador e de político, preocupado acima de tudo com o bem público? Quem ainda hoje não exalta a coragem com que enfrentou os mais duros obstáculos para legar a todos nós uma nação mais rica e soberana?”

A era JK

13 de setembro de 1988

No aniversário de Juscelino Kubitschek, a Folha de S. Paulo publica artigo de Guilherme Afif, que destaca a obra de JK em cada pedaço do Brasil. “JK voltou as costas à burocracia decadente que herdou do Estado Novo e saiu em busca do Brasil, ansioso por mudanças e por progresso”. Como lembrança maior desse período, segundo Afif, está o orgulho de ser brasileiro, que os jovens, ansiosos por sair do país em busca de oportunidades, não têm mais.

A farsa que não disfarça

4 de setembro de 1988

Na Folha de S.Paulo, Guilherme Afif fala sobre pronunciamento do ministro da Fazenda, Dilson Funaro, reconhecendo a política econômica errada adotada pelo governo e as novas propostas a serem apresentadas à população para conter inflação. “Esse pedido de desculpas tardio não repara os prejuízos causados a muitas empresas ou setores que foram levados ao desequilíbrio pelo irrealismo do congelamento, de milhares de pequenos empresários que acreditaram no governo e se endividaram para abrir ou expandir um negócio”, critica.

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