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A lição de JK

14 de setembro de 1988

Nas comemorações de aniversário de Juscelino Kubitschek, Guilherme Afif destaca, em texto no Jornal de Brasília, as qualidades de administrador e de político do ex-presidente. “A obra de JK não precisa da nossa defesa. Quem não o admira ainda mais pelas qualidades de administrador e de político, preocupado acima de tudo com o bem público? Quem ainda hoje não exalta a coragem com que enfrentou os mais duros obstáculos para legar a todos nós uma nação mais rica e soberana?”

A era JK

13 de setembro de 1988

No aniversário de Juscelino Kubitschek, a Folha de S. Paulo publica artigo de Guilherme Afif, que destaca a obra de JK em cada pedaço do Brasil. “JK voltou as costas à burocracia decadente que herdou do Estado Novo e saiu em busca do Brasil, ansioso por mudanças e por progresso”. Como lembrança maior desse período, segundo Afif, está o orgulho de ser brasileiro, que os jovens, ansiosos por sair do país em busca de oportunidades, não têm mais.

A farsa que não disfarça

4 de setembro de 1988

Na Folha de S.Paulo, Guilherme Afif fala sobre pronunciamento do ministro da Fazenda, Dilson Funaro, reconhecendo a política econômica errada adotada pelo governo e as novas propostas a serem apresentadas à população para conter inflação. “Esse pedido de desculpas tardio não repara os prejuízos causados a muitas empresas ou setores que foram levados ao desequilíbrio pelo irrealismo do congelamento, de milhares de pequenos empresários que acreditaram no governo e se endividaram para abrir ou expandir um negócio”, critica.

A oportunidade perdida

25 de agosto de 1988

Em artigo no Jornal de Brasília-DF, o deputado federal Guilherme Afif critica o texto da nova Constituição, considerando-o, de modo geral, casuístico e contraditório. Liberal nos direitos individuais e intervencionista e xenófobo no plano econômico. Generoso nos direitos sociais e perdulário com o dinheiro público. Para ele, a combinação de dispositivos centralizadores e promotores da ampliação do controle estatal da economia com a consagração da reserva de mercado acabou por aumentar o grau de ingerência do Estado na ordem econômica.

A vocação do Brasil

12 de julho de 1988

Em artigo no Jornal da Manhã, de São Paulo, Guilherme Afif critica o processo de urbanização do País, que fez com que o Brasil ficasse fora de sua vocação de desenvolvimento. Como solução, Afif sugere retomar a real vocação traçando meta para o ano 2000 que pode ser a produção de 200 milhões de toneladas de grãos, o que significaria uma revolução. Com isso, a mão-de-obra do campo teria condições de abandonar a miséria que leva nos centros urbanos e retornar aos locais de origem.

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