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A vocação do Brasil

12 de julho de 1988

Em artigo no Jornal da Manhã, de São Paulo, Guilherme Afif critica o processo de urbanização do País, que fez com que o Brasil ficasse fora de sua vocação de desenvolvimento. Como solução, Afif sugere retomar a real vocação traçando meta para o ano 2000 que pode ser a produção de 200 milhões de toneladas de grãos, o que significaria uma revolução. Com isso, a mão-de-obra do campo teria condições de abandonar a miséria que leva nos centros urbanos e retornar aos locais de origem.

O choque do moderno e do antigo

11 de julho de 1988

A revista Isto É Senhor publicou artigo do deputado federal Guilherme Afif, no qual ele explica que a Constituição não foi a ideal, mas passadas as votações é momento de discutir um grande projeto do qual deve emergir uma candidatura para comandar o grande choque que o Brasil necessita para seu desenvolvimento.

A República do “Quero o Meu”

9 de junho de 1988

O corporativismo foi criticado em artigo do deputado federal Guilherme Afif, publicado na Folha de S.Paulo, no qual afirma que o corporatismo é herança do fascismo, orientou a formação do Estado Novo e acabou se solidificando no texto da nova Constituição. Segundo Afif, hoje não há oposição e nem situação no Brasil, porque estão unidas no desejo de manter intacta a estrutura corporativista do Estado brasileiro.

A opção pela pobreza

14 de maio de 1988

Guilherme Afif critica os deputados e senadores que ampliaram o nacionalismo e o cartorialismo no capítulo da Ordem Econômica. No artigo publicado na Folha de S. Paulo, Afif diz que as aprovações de propostas provocam a combinação mais perversa para a classe trabalhadora e para a população brasileira em geral, que é a de encarecer o custo da mão-de-obra e inibir os investimentos e, consequentemente, o crescimento e a geração de empregos.

Momento de decisão

20 de abril de 1988

A Assembleia Nacional Constituinte prepara-se para votar o capítulo da Ordem Econômica que deverá definir se o Brasil será um país estatizado, cartorial, xenófobo e ineficiente ou caminhará para uma economia de mercado, aberta ao capital e à tecnologia externa, competitiva e eficiente com liberdade para as atividades econômicas, de forma a estimular investimentos, nacionais e estrangeiros. Leia artigo de Guilherme Afif sobre o assunto na Folha de S.Paulo.

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