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Democracia sim, sempre

1 de novembro de 1988

A democracia conquistada depois de muita luta pelo povo brasileiro é o mote desse artigo de Guilherme Afif, que defende uma nova vida pública que não seja protegida por nenhuma forma de ditadura. “Não aceitaremos ditadores bons ou ruins. Queremos a luta que não sacrifique a paz e a liberdade para escolher, pelo voto universal e soberano, o projeto que mais nos convenha. Queremos que a autoridade se imponha fundamentada na letra dos códigos e da carta constitucional vigente”. Leia no JB.

O amargo caviar do contribuinte

27 de outubro de 1988

Guilherme Afif – em artigo no jornal O Estado de S.Paulo – critica viagens de autoridades e políticos brasileiros para o exterior enquanto o país vive uma dura crise econômica. O contribuinte sofre para pagar impostos cada vez mais pesados, e o governo custeia a ida de uma comitiva com dezenas de pessoas para França, Rússia e Portugal. “Até quando o povo trabalhador continuará financiando esse baile, esse festival de futilidades”, que a chamada “Nova República” promove, indaga Afif.

Pacto evolucionista

7 de outubro de 1988

Segundo Guilherme Afif, o documento elaborado a partir de encontro histórico entre empresários e trabalhadores, ocorrido em Minas, é um avanço rumo às verdadeiras soluções para o País, pois identifica as causas dos problemas brasileiros e propõe soluções efetivas. Presente ao encontro, Afif declarou: A “Declaração de Minas” é marcada pelo inconformismo e pela proposta de renovação das estruturas necrosadas. Portanto, ela é evolucionária. O artigo foi publicado pelo O Globo.

Vamos refazer o Brasil de JK

5 de outubro de 1988

Em artigo, Guilherme Afif presta homenagem ao presidente Juscelino Kubitschek, que, segundo ele, despertou o País para a sua força e grandeza, acreditou no povo e ousou confiar na energia da Nação. “O governo JK pegou um País política e economicamente enfraquecido e tímido, transformando-o em País-potência, instrumentalizando o seu desenvolvimento, criando as bases da sua modernização industrial e tecnológica, gerando um ambiente de confiança e de orgulho social, de potencialidade e credibilidade econômica e de estabilidade democrática e política”.

Os liberais e os seus deveres

15 de setembro de 1988

Tratando da eleição presidencial de 1989, Guilherme Afif alerta sobre “aqueles que querem atribuir a Brizola o título de reformador do País”. Para Afif, os liberais do país devem votar para rever o conceito pernicioso do velho Estado fascista, opressor e perdulário. “O debate atual é entre o antigo e o moderno. Entre a estagnação e o avanço”. Os liberais brasileiros têm de reivindicar menos Estado, menos espoliação e mais respeito aos direitos da cidadania, tributada impiedosamente pela máquina estatal. No Jornal da Manhã (SP)

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