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A farsa que não disfarça

4 de setembro de 1988

Na Folha de S.Paulo, Guilherme Afif fala sobre pronunciamento do ministro da Fazenda, Dilson Funaro, reconhecendo a política econômica errada adotada pelo governo e as novas propostas a serem apresentadas à população para conter inflação. “Esse pedido de desculpas tardio não repara os prejuízos causados a muitas empresas ou setores que foram levados ao desequilíbrio pelo irrealismo do congelamento, de milhares de pequenos empresários que acreditaram no governo e se endividaram para abrir ou expandir um negócio”, critica.

A oportunidade perdida

25 de agosto de 1988

Em artigo no Jornal de Brasília-DF, o deputado federal Guilherme Afif critica o texto da nova Constituição, considerando-o, de modo geral, casuístico e contraditório. Liberal nos direitos individuais e intervencionista e xenófobo no plano econômico. Generoso nos direitos sociais e perdulário com o dinheiro público. Para ele, a combinação de dispositivos centralizadores e promotores da ampliação do controle estatal da economia com a consagração da reserva de mercado acabou por aumentar o grau de ingerência do Estado na ordem econômica.

A vocação do Brasil

12 de julho de 1988

Em artigo no Jornal da Manhã, de São Paulo, Guilherme Afif critica o processo de urbanização do País, que fez com que o Brasil ficasse fora de sua vocação de desenvolvimento. Como solução, Afif sugere retomar a real vocação traçando meta para o ano 2000 que pode ser a produção de 200 milhões de toneladas de grãos, o que significaria uma revolução. Com isso, a mão-de-obra do campo teria condições de abandonar a miséria que leva nos centros urbanos e retornar aos locais de origem.

O choque do moderno e do antigo

11 de julho de 1988

A revista Isto É Senhor publicou artigo do deputado federal Guilherme Afif, no qual ele explica que a Constituição não foi a ideal, mas passadas as votações é momento de discutir um grande projeto do qual deve emergir uma candidatura para comandar o grande choque que o Brasil necessita para seu desenvolvimento.

A República do “Quero o Meu”

9 de junho de 1988

O corporativismo foi criticado em artigo do deputado federal Guilherme Afif, publicado na Folha de S.Paulo, no qual afirma que o corporatismo é herança do fascismo, orientou a formação do Estado Novo e acabou se solidificando no texto da nova Constituição. Segundo Afif, hoje não há oposição e nem situação no Brasil, porque estão unidas no desejo de manter intacta a estrutura corporativista do Estado brasileiro.

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