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Esperanças para a pequena empresa

15 de junho de 1995

No artigo publicado no Jornal do Brasil, Guilherme Afif apresenta as propostas feitas pelo Sebrae de emendas à Constituição Federal com relação à regulamentação do artigo que determina o tratamento diferenciado para as micro e pequenas empresas brasileiras. Segundo ele, o aprimoramento da artigo 179 vai permitir que essas empresas tenham condições de cumprir sua grande função social e alavancar o desenvolvimento do país.”

Crédito para os pequenos

8 de junho de 1995

A dificuldade das pequenas empresas em obter crédito é assunto deste artigo publicado no Correio Popular (Campinas). Segundo Guilherme Afif, a Confederação das Associações Comerciais do Brasil, vem reivindicando, a tempos, linhas de crédito especial, a juros mais decentes, para os pequenos empresários que querem investir na produção e na criação de mais empregos. Afif fala também sobre o Programa Nacional de Crédito Orientado, do Sebrae, destinado a facilitar o financiamento de até US$ 20 mil aos pequenos negócios.

O pacote do anticonsumo

3 de Março de 1995

Guilherme Afif critica o governo pela implementação de diversos pacotes econômicos que restringem o consumo dos brasileiros e prejudica o planejamento das empresas. Em seu artigo publicado no jornal O Dia, do Rio de Janeiro, Afif diz que “não há quem resista a tantas mudanças nas regras do jogo. Não há como planejar investimentos na produção nem como garantir aumento da oferta de empregos.”

Esperança e apreensão

1 de Março de 1995

O Diário Popular publica texto no qual Guilherme Afif faz uma análise das emendas enviadas ao Congresso para a revisão constitucional. Segundo ele, há esperanças de reformas estruturais capazes de criar as bases para um desenvolvimento econômico sustentado, que ajude a resgatar, de uma vez por todas, a enorme dívida social.

Brasil Real e Brasil Legal

27 de Fevereiro de 1995

Em artigo publicado pelo Jornal do Brasil, Guilherme Afif reivindica a complementação da legislação que determina o tratamento diferenciado às micro e pequenas empresas nos campos tributário, creditício, administrativo, previdenciário e jurídico. Esse complemento é na área trabalhista. A falta dessa regulamentação faz crescer a informalidade no país.

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